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Calendário e classificações
Bruno Costa e Ricardo Abreu fizeram no Rali da Calheta apenas a segunda prova dentro do habitáculo do Toyota Yaris. A dupla logrou concluir o rali no 3º posto da classe e dentro do top 10 do seu grupo, depois de uma prova cheia de peripécias, ma sonde lograram suplantar todos os desafios.
O rali correu-nos bem. Entramos forte, conseguindo manter um bom ritmo na parte da manhã. De tarde, entramos forçar um pouco mais e acabamos por exagerar em alguns pontos, levando a alguns momentos mais assustadores. O Asfalto estava muito quente e o carro escorregava muito”, referenciou no final o piloto madeirense.
As circunstâncias levaram a que o erro acontecesse, pois “na segunda passagem por Raposeira tivemos mesmo uma ligeira saída de estrada, com o carro a ir mesmo à levada. Nos quilómetros seguintes fomos com precaução para tentar perceber se algo estaria errado com o carro, perdendo algum tempo”. Mas os problemas não ficaram por aí com a equipa a “ter um fecho de prova muito difícil, pois partimos o catalisador”.
Apesar de tudo, Bruno Costa faz um balanço “muito satisfatório. Este rali, tal como o anterior, serviu principalmente para continuarmos a acumular quilómetros e competição, já que não escondo que o nosso grande objetivo da época é chegar na melhor forma ao Rali Vinho Madeira”.
Bruno Costa não estará à partida do próximo rali do campeonato, por razões profissionais e, como tal, piloto e equipa vão “aproveitar todo este tempo que nos separa do Rali do faial, para fazer uma revisão profunda ao carro e, se possível, melhorar o Yaris em alguns pontos”.