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Citroën encerra ano do centenário com nova versão do seu filme “A Boleia”

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A Citroën encerra o ano do seu Centenário com uma última versão da sua campanha de marca “À boleia”. O filme integra o novo SUV C5 Aircross Hybrid e aposta numa mensagem forte: “Há 100 anos que a Citroën democratiza o automóvel. Em 2020, a Citroën irá democratizar o automóvel eletrificado”.

O ano de 2019 ficou marcado pelo Centenário da Citroën, celebrando-se100 anos de audácia e de criatividade, consubstanciados por modelos tão míticos como populares, com o 2CV, o Type H, o Méhari, etc, ou pelas geniais campanhas idealizadas por Jacques Séguéla. São capítulos da história da Citroën que o filme de marca “À boleia” destacou desde 2018, com um primeiro episódio, a que seguiria um segundo, lançado no final de 2018 (com o DS, Sébastien Loeb, Jacques Séguéla, etc.), e um terceiro episódio, em fevereiro deste ano, (a destacar o Ami One Concept). Neste final de ano, a Citroën regressa com um quarto e último capítulo, sob a forma de um Grande Final, num filme, em que o viajante que anda à boleia através dos tempos, até alcançar o novo SUV C5 Aircross Hybrid.

Apresentado em 6 de novembro, o novo SUV C5 AIRCROSS Hybrid é o primeiro híbrido plug-in da Marca. Inicia a ofensiva da Citroën na eletrificação e permite que o filme transmita uma mensagem forte: “Há 100 anos que a Citroën democratiza o automóvel. Em 2020, a Citroën irá democratizar a propulsão eletrificada”. 

Arnaud Belloni, Diretor de Marketing & Comunicação da Citroën, referiu que “através deste filme encerramos este incrível ano do Centenário, reforçando, mais do que nunca, a ousadia e a identidade popular da Citroën, deixando a promessa de tornar o veículo eletrificado acessível a todos. Posso assegurar que 2020 promete ser rico em surpresas!”

O filme, de 30 segundos, estreia hoje, 19 de dezembro, nas redes sociais da Citroën, como forma de agradecer à comunidade online, composta por 18 milhões de fãs, a sua contribuição para as celebrações do Centenário. Na vertente musical, o filme mantém-se fiel ao sucesso intemporal “Take the long way home”, interpretado por Roger Hodgson, cofundador dos SUPERTRAMP.

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