António Félix da Costa quer repetir vitória de Nova Iorque em Londres
O Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E 2022 entra na sua fase final, com a realização das duplas jornadas de Londres e Seul, palcos onde a DS TECHEETAH pretende fechar a época em alta. António Félix da Costa quer aproveitar o ensejo e repetir, na capital britânica, a excelente vitória obtida no recente E-Prix de Nova Iorque.
A DS TECHEETAH vai entrar na fase final do Campeonato do Mundo FIA de Fórmula E com ambições renovadas após a vitória de António Félix da Costa no E-Prix de Nova Iorque. O resultado conseguido pelo piloto português permitiu à DS TECHEETAH manter-se na luta pelo cetro de equipas à chegada a Londres, onde se vão realizar, este fim de semana (30 e 31 de agosto), as 13ª e 14ª rondas da competição.
António Félix da Costa voltou a enfrentar os elementos e, depois dos pódios alcançados em Jakarta e em Marraquexe, debaixo de forte canícula, ganhou a segunda ronda do E-Prix de Nova Iorque, uma vez mais debaixo de um sol radiante. Uma vitória que sublinhou o esforço feito pela DS TECHEETAH após uma primeira corrida nova iorquina que não correu de feição aos pilotos da DS AUTOMOBILES.
Contas feitas após as corridas de Nova Iorque, a DS TECHEETAH continua na luta pelo Campeonato de Equipas com um défice de apenas dez pontos para a líder da competição. No que diz respeito à luta pela vitória no Campeonato de Pilotos, a tarefa é mais dura para Jean-Éric Vergne e para António Félix da Costa. O piloto francês, bicampeão da competição em 2017-18 e 2018-19, está no quarto posto a 27 pontos do líder; já o piloto português, Campeão na época 2019-20, é o atual sexto classificado, a 55 pontos de Stoffel Vandoorne.
O E-Prix de Londres marca o regresso do Campeonato do Mundo FIA Fórmula E à capital britânica. O palco para a 13ª e 14ª rondas da competição será o ExCeL London. Os pilotos vão competir tendo como pano de fundo o Rio Tamisa, entrando e saindo dos pavilhões do parque de exposições situado nas docas londrinas. A volta começa no interior num asfalto suave com muita aderência, seguindo-se uma sucessão de curvas que levam os monolugares para fora dos pavilhões, onde os pilotos vão encontrar asfalto muito abrasivo. O traçado foi ligeiramente modificado, particularmente entre as curvas 10 e 13 onde surge, agora, uma chicane.



