Piloto de Santo Tirso liderava o Rali da Água, mas uma ligeira saída na terceira especial deixou o Škoda Fabia RS Rally2 preso fora de estrada e terminou prematuramente a luta pela vitória.

Armindo Araújo e Luís Ramalho viram terminar mais cedo do que desejavam a participação no Rali da Água, depois de uma saída de estrada na terceira especial deixar o Škoda Fabia RS Rally2 imobilizado numa vala.

A dupla tinha começado a prova em grande nível. Depois de assinar o melhor tempo no Shakedown, Armindo Araújo assumiu a liderança desde a primeira classificativa e manteve uma postura de ataque na luta pela vitória: “Começámos muito bem e estávamos na frente quando, já na parte final da terceira passagem pela especial de Chaves, perdemos a traseira do carro e acabámos por cair numa vala, de onde não conseguimos sair”, explicou.

Apesar de o Škoda não ter sofrido danos relevantes, não foi possível regressar à estrada, colocando ponto final na prova: “O nosso Škoda não teve um risco, mas não havia nada a fazer. Estamos obviamente muito desapontados por não conseguirmos continuar a lutar pela vitória e, consequentemente, deixarmos de depender de nós na discussão do título”, lamentou o piloto.

O abandono representa um duro golpe nas contas do campeonato, mas Armindo Araújo garante que a abordagem não muda para as três jornadas que faltam disputar.

“Sabemos que hipotecámos claramente as contas do campeonato, mas vamos continuar a lutar pelas vitórias nas derradeiras três provas da temporada. Viemos para Chaves com a missão de atacar e vamos fazer o mesmo até final.”

A próxima ronda do Campeonato de Portugal de Ralis será o Rali Casinos do Algarve, nos dias 2 e 3 de outubro.