Ralis

Rúben Rodrigues termina primeiro dia do CPR na frente no Rally de Portugal

A dupla Rúben Rodrigues / Rui Raimundo, em Toyota GR Yaris Rally2, concluiu esta quinta-feira o primeiro dia do Vodafone Rally de Portugal na liderança das contas do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), após uma entrada sólida na segunda ronda da temporada.

O piloto açoriano, vencedor da prova inaugural em Amarante, terminou a etapa com 5,9 segundos de vantagem sobre Gonçalo Henriques (Hyundai i20 N Rally2), assumindo desde cedo um andamento forte apesar da estreia absoluta no rali português do Mundial.

Rúben Rodrigues colocou-se no comando logo em Águeda/Sever do Vouga, ao bater Armindo Araújo por 6,2 segundos, enquanto Gonçalo Henriques e Pedro Almeida terminaram empatados a 6,7 segundos do líder. Na especial de Sever/Albergaria, Henriques respondeu e foi o mais rápido, recuperando 1,7 segundos ao açoriano e subindo ao segundo lugar da geral do CPR, ultrapassando Armindo Araújo. Já na super especial da Figueira da Foz, Rodrigues voltou a aumentar ligeiramente a margem para o piloto do Team Hyundai Portugal, consolidando a liderança no final do primeiro dia.

Armindo Araújo manteve uma abordagem consistente e segura, terminando a jornada na terceira posição, enquanto Pedro Almeida segurou o quarto lugar, apesar da recuperação de José Pedro Fontes, que perdeu tempo nos troços iniciais devido a problemas de travões no Lancia Ypsilon HF Rally2.

O primeiro abandono entre os pilotos do CPR surgiu com Diogo Marujo, após um toque na segunda classificativa que deixou o Skoda a bloquear a estrada. A situação obrigou à atribuição de tempos de referência a vários concorrentes, incluindo Hugo Lopes, que já tinha perdido tempo na especial inaugural depois de um ligeiro toque frontal. Ainda assim, o jovem piloto acabaria por dar espetáculo na super especial da Figueira da Foz, sendo o português mais rápido e assinando o 20.º melhor tempo absoluto.

O segundo e último dia do CPR no Vodafone Rally de Portugal disputa-se esta sexta-feira, com sete classificativas e quase 97 quilómetros ao cronómetro.

Troços históricos como Mortágua, Arganil e Góis prometem uma jornada extremamente exigente, onde a dureza dos pisos poderá ser decisiva nas contas finais da segunda prova da temporada.

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