Artur Quintal: “Vamos andar rápido, mas sem entrar em loucuras”

Artur Quintal e Vítor Henriques ocupam o 3º lugar do Campeonato de Ralis Coral da Madeira 2RM a duas provas do fim. Como tal, o Rali Municípios de Câmara de Lobos e Funchal assume-se como vital para não só defender a posição, mas sobretudo para permitir à dupla da VFR Racing assaltar o 2º posto

A dupla do Peugeot 208 Rally4 está muito motivada.
As exibições e os resultados de topo que Artur Quintal e Vítor Henriques vêm amealhando desde o arranque da época têm aumentado a confiança da dupla e da sua equipa técnica. Afinal, são 5 pódios em 5 provas, atestando que Quintal e Henriques já se assumiram como uma das duplas mais fortes na luta reservada às equipas que tripulam carros com duas rodas motrizes.
A edição de 2023 do Rali Municípios de Câmara de Lobos e Funchal vai para a estrada amanhã, sábado, 23 de setembro. Esta prova conta com nove classificativas, num total de 77,15 km. O pódio de partida e de chegada estará localizado no Estreito de Câmara de Lobos, a exemplo da edição de 2021, assim como o parque fechado.
Artur Quintal está “com muita expectativa para esta prova. Vai ser mais um grande desafio para nós, mas, como tem sido hábito, lá estaremos para lutar pelos lugares cimeiros. Sabemos que podemos ainda ser segundos no campeonato, mas não vamos entrar em loucuras. Andar rápido, sempre dento do que as notas de andamento do Vítor me disserem, evitando exageros que se pagam caro. É um campeonato longo e a regularidade é sempre recompensada”.

Já Vítor Henriques chama a atenção para. a particularidade do traço da prova organizada pelo CD Nacional:
“Os troços são quase todos diferentes dos que disputamos no Rali Vinho Madeira, com alguns a utilizarem as mesmas estradas, mas no sentido oposto. Foi feito um trabalho de raiz para estudar as especiais e estamos confiantes. Obviamente, na única que é comum, vamos aproveitar o facto de já lá termos passado em competição para tentar andar ainda mais rápido”.
Quanto à ausência de uma Super Especial, Henriques assume que “a nossa dupla não é especialmente fã desse tipo de classificativas, sobretudo quando feitas no início do rali. Agora, coloca ruma no fim, quando já todos temos ritmo, será sempre louvável, até para permitir uma aproximação ainda maior ao público”.



