Montanha

João Diogo Santos estreou um Peugeot 207 RC na Falperra e logo com um pódio

O rápido piloto amarantino regressou às lides da Montanha na 43ª Rampa Internacional da Falperra aos comandos de um Peugeot 207 RC e integrado no Grupo SC-D da categoria Super Challenge. Voltando a provar toda a sua rapidez, João Diogo Santos foi 2º, conquistando assim mais um pódio para o seu já vasto palmarés.

A escolha do carro francês aconteceu depois do piloto e da sua equipa terem considerado que “depois de uma bem-sucedida experiência de algumas temporadas com o Fiat Punto 85 Sport, quisemos tentar encontrar uma fórmula de evolução da minha carreira desportiva, que iniciei com a disputa dos “500 km do Estoril”, em Dezembro pretérito, ao volante de um Honda Civic Type-R. Para 2024 acabou por surgir a possibilidade de desenvolver o Peugeot 207 RC anteriormente utilizado pelo Pedro Cerqueira no CPM. Esta viatura, oriunda do troféu monomarca francês de circuitos, apresentava uma preparação praticamente original, e que procuramos evoluir nos últimos meses, a fim de melhor se adaptar à exigência das provas de Montanha. Desde logo me pareceu uma viatura com potencial de desenvolvimento, cuja preparação e afinação terá de ser realizada progressivamente, tendo sempre por base as limitações orçamentais existentes”.

E, apesar desse estado de preparação ainda embrionário, a competitividade de João Diogo Santos fez ficar para trás até o facto “do carro acabaria por ser finalizado apenas algumas horas antes das verificações técnicas iniciais desta Rampa da Falperra, o que inviabilizou todo e qualquer teste ou primeira familiarização. Ainda assim, a evolução foi gradual e bastante positiva no dia de sábado, apesar da instabilidade das condições atmosféricas. Com o tempo seco para o derradeiro dia de prova, fomos desenvolvendo algumas soluções e afinações de set-up, que se revelaram acertadas. Na derradeira subida e quando estava a atacar muito forte e a realizar um excelente tempo de acordo com os parciais apurados, acabei por dar um toque na curva do Fojo, por excesso de impetuosidade da minha parte, o que acabou por nos impedir de vencer entre os Super Challange D”.

O piloto faz “uma análise muito positiva desta primeira experiência com o Peugeot 207, da qual retiramos muitas e importantes ilações para o futuro. Apesar do programa delineado para esta temporada ser mais reduzido, de tudo faremos para nos apresentarmos mais fortes e competitivos em futuras participações. Aproveito esta oportunidade para agradecer a todos quantos nos apoiarem e tornaram possível esta participação, desde familiares, equipa de assistência, amigos e os indispensáveis patrocinadores”.

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