Daniel Amaral: “fiquei surpreendido pela positiva com o nosso andamento no Rally de Lisboa”

Daniel Amaral e Joel Lutas rubricaram uma exibição de bom nível na edição 2023 da prova lisboeta, levando o seu Toyota GR Yaris RZ ao Top 10 dos R3N, terminando a bater à porta do Top 20 da geral.
Passada que está quase uma semana sobre o evento onde se decidiu a Taça de Portugal de Ralis, chegou o tempo de um balanço quanto à estreia de Daniel Amaral no banco do piloto de um carro de ralis.
“O balanço do rali foi muito positivo. Fiquei surpreendido pela positiva com o andamento face aos pilotos do troféu reservado aos GR Yaris e outros com carros do mesmo nível competitivo”.

O longo Rally de Lisboa foi palco de uma exibição da dupla que ficou marcada pela eficácia. Andamento forte, mas sempre com controlo absoluto, capacidade para ir evoluindo aos comandos do carro nipónico, foco para não cometer erros, foram as bases para conseguir não só terminar a prova, mas numa posição honrosa.
Para Daniel Amaral, o sucesso deve-se ao facto de “tanto eu como o Joel termos feito um trabalho de casa muito bem feito. Sabíamos que, para os dois, o rali seria uma descoberta, eu no volante e ele na baquet do lado direito, pois o Joel costuma fazer Todo-o-Terreno e é muito diferente dos ralis”.

No seu caso pessoal, Daniel Amaral realça que “passar do lado direito para o volante é totalmente diferente. Uma coisa é andar de caderno nas mãos, outra, é andar com volante, pedais e a trocar mudanças de velocidade ao mesmo tempo. É uma responsabilidade acrescida e um esforço físico muito maior. Mas foi uma adaptação tranquila, encarei isto como uma experiência única e tentei fazer as coisas o mais profissional possível. Obviamente gostava de continuar a fazer mais alguns ralis mas tudo depende do budget que conseguir arranjar”.
No fecho do Rally de Lisboa, o piloto agradece “a todos os patrocinadores, porque sem eles nada disto era possível, também ao Joel Lutas, meu navegador ,que me ajudou bastante, à minha família pelo apoio. Quero agradecer ainda aos dois Carlos “Martins e Fernandes” pela ajuda de condução e técnica e também à equipa Wintech competições pelo carro que pôs para o rally. E no fim de tudo dedicar tudo isto ao meu Pai!”.



