Marco Oliveira: «O Rali da Madeira demonstrou, uma vez mais, por que é uma prova mítica»

Apesar de um problema na bomba de gasolina logo na etapa inicial do Rali da Madeira ter obrigado ao recurso ao Super Rally, Marco Oliveira e Ricardo Sousa levaram o Škoda Fabia N5 da Navaldouro concluíram uma das provas mais exigentes do calendário nacional.

Marco Oliveira e Ricardo Sousa terminaram o Rali da Madeira com um balanço positivo, conquistando a vitória no grupo P4-17 e ficando à porta do Top 30 entre as 67 equipas que concluíram a prova. A participação da dupla da Navaldouro começou condicionada pela anulação da primeira classificativa, precisamente uma das especiais em que Marco Oliveira esperava tirar maior partido do Škoda Fabia N5.
Depois do segundo troço, um problema na bomba de gasolina obrigou a equipa a abandonar a primeira etapa e a recorrer ao Super Rally para regressar à competição no dia seguinte: “Mais uma vez, o Rali da Madeira demonstrou por que é uma prova mítica. No primeiro dia tivemos a infelicidade de ver anulada a primeira classificativa, que era um dos troços que mais queríamos disputar. Depois da segunda especial, surgiu um problema na bomba de gasolina e fomos obrigados a recorrer ao Super Rally”, explicou Marco Oliveira.

Com a viatura novamente em condições, a dupla conseguiu aumentar o ritmo e recuperar posições durante a derradeira etapa: “No segundo dia tudo correu melhor. Conseguimos impor um ritmo próximo daquele a que estamos habituados, embora ainda seja necessário trabalhar em algumas afinações. Na Madeira, as subidas provocam alguma perda de potência, sobretudo no nosso carro, que não dispõe de afinações automáticas”, acrescentou.
Apesar das vicissitudes, Marco Oliveira e Ricardo Sousa alcançaram a bandeira de xadrez, venceram o grupo P4-17 e terminaram muito próximos dos 30 primeiros da classificação geral: “O balanço foi positivo. A nossa missão voltou a passar por dar espetáculo e fazer o público vibrar. Foi mais uma participação muito agradável e ficamos já à espera do próximo ano”, concluiu Marco Oliveira.



